01. O Último Rei de Portugal

01. O Último Rei de Portugal

COLECÇÃO POESIA

Maria Azenha
Nº 1 | 132 páginas | 1992
Formato: 160 x 230 mm

P.V.P. 15,00€

Mais informações:
info@fundacao-lusiada.org

LEONARDO COIMBRA

Atento ao grã-segredar divino,
À Cultura, às gentes e aos poetas,
Portugal traça no Céu outro destino
Alargando europas, curvando rectas…
E dum ponto do Infinito, ao Leme,
Com Nações e povos dentro do Abismo,
Nos braços do Império, além de Estreme,
Recorta as Naus do Criacionismo.
Por ordens do Alto e da Hora-minestra,
Navegador solitário da Firmeza,
Madrugante da Saudade da Orquestra,
Do Santo Graal e da Beleza,
Entrega o oiro à Europa-Mestra,
Reescreve as Terras-da-Infância Portuguesa!

AGOSTINHO DA SILVA

As mãos da primavera
Trouxeram um dedal,
Vivo como o ouro,
Vivo como o Sol,
As mãos da primavera
Trouxeram
Portugal.
IMPÉRIO
Sou um rei.
Um rei no alto dos nomes.
Um rei-Ouro.
Um rei-ourives.
Um rei-novo.
Sou um rei com mãos de fogo.

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