2015/06 Junho
Em uma sexta-feira, dia 13 de Junho do ano de 1231 morria em Pádua, o Frei e Santo, António, que nascera em Lisboa à volta do ano de 1190.
De seu nome de baptismo: Fernando de Martins Bulhões ele foi filho de António Martins de Bulhões e de D. Maria Tereja de Oliveira.
Ele foi um filho-família distinto, um estudante modelo, um religioso consciente, um pregador fluente, o primeiro professor oficial da Ordem Franciscana, um dirigente preocupado com o BEM dos seus Irmãos, um escritor conhecedor e cumpridor das regras da melhor oratória. Toda a sua vida foi de sofrimento, oração, contemplação e dádiva aos outros e para bem dos outros.
Morreu como Santo em 1231. Foi canonizado passados 11 (onze) meses pelo Papa Gregório IX (canonização essa, que até hoje foi a mais rápida a ser reconhecida pela Santa Madre Igreja). O Papa Gregório IX tinha por ele a maior das admirações e como Santo o tratava já em vida, chamando-lhe mesmo:
“A Arca do Testamento”
Foi Santo António declarado como DOUTOR da IGREJA em 16 de Janeiro de 1946 por Carta Apostólica “Exulta Lusitania Felix” de sua Santidade o Papa Pio XII.
É Santo António, o Santo mais conhecido e venerado de toda a Cristandade espalhada por todo o Mundo, desde a América do Sul ao Japão, desde a Austrália à Islândia e Gronelândia, desde a Europa a toda a África.
Ele é venerado em todo o hemisfério terrestre e simplesmente invocado como O SANTO.
A Fé nele, e na sua devoção, produziu e produz por todo o Globo tantos e tais milagres, que não há nenhum outro Santo ou Doutor da Igreja que se possa nisso comparar a Ele.
Conforme disse Luiz Vaz de Camões no final da estrofe 118 do Canto X do seu poema “Os Lusíadas” apelando ao Apóstolo S. Tomé – o evangelizador das Índias:
“Mas os anjos do Céu, cantando e rindo
Te recebem na Glória que ganhaste.
Pedimos-te que a Deus ajudas peças
Com que os teus Lusitanos favoreças”.
Nós hoje, quer os Lusos emigrantes na própria terra, quer aqueles que em Diáspora por todo o Mundo estão espalhados, pedimos:
“Santo António!
Protege sempre os teus Irmãos Lusos, e pede ao Santo DEUS que tenha compaixão e misericórdia para com eles.
Que haja paz na Terra
E que os obreiros da Paz possam ver
E comungar da Tua Glória.
Conselho de Administração
da Fundação Lusíada